Tenho a estranha estratégia de nunca reuni-las, apresenta-las. Não quero correr o risco de colocar todos os ovos em uma única cesta.
Talvez ainda hoje, essas pessoas interessantes, diferentes em suas visões e modos de reagir ao mundo, talvez sejam meus universos particulares, minhas rotas de fuga, um modo de me desligar de certas áreas/assuntos e focar a atenção em coisas diferentes e inusitadas para mim. E com isso me reinventar.
Há pessoas pelas quais temos empatia;Outras se mostram boas companhias para determinados lugares/situações;
Há aquelas que- pelos rumos diversos que a vida tomou-, só vemos em momentos difíceis.
Mas cada um sabe, intimamente, quais são as pessoas que se tornaram marcantes. Essas pessoas deixaram algo, levaram algo, e se tornaram parte do total.
Se tornaram parte fundamental nesta estranha estratégia que adotamos e passamos a chamar de modo de viver.
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